mardi 10 novembre 2009

AJUDA-TE A TI MESMO(A)...

“O sofrimento faz parte da vida, mas há muito sofrimento desnecessário que não fazia falta existir e que Deus não quer.
Nós sofremos, muitas vezes porque não sabemos orientar bem o nosso pensamento e as nossas emoções. Somos maus para nós mesmos.
Muito sofrimento vem porque nós pensamos e damos valor a coisas que não devíamos dar e amamos coisas ou pessoas de forma incorrecta.
O nosso pensar é muito importante. Se pensarmos em coisas boas, no bem, na bondade, na amizade, teremos alegria e felicidade.
Se não dermos importância ao mal, se não dermos importância ao que os outros pensam ou dizem de nós, não ocupamos o pensamento com isso e se dermos valor à nossa pessoa, o nosso sofrimento será muito menor.
O primeiro passo a dar é: PURIFICAR O NOSSO PENSAMENTO. Ter boas ideias, não pensar no mal, nem se preocupar com o que os outros dizem ou pensam de nós. Ignorar isso. Não dar importância nenhuma a isso.O segundo passo é PURIFICAR AS NOSSAS EMOÇÕES: os nossos sentimentos, o nosso coração: AMAR DE FORMA CORRECTA.

Amar-se a si mesmo, amar os outros, a começar pelos pais, marido, esposa, filhos, irmãos, parentes. Ter um BOM CORAÇÃO. TER BONS SENTIMENTOS. Gostar, amar a começar por si mesmo (a).
Por isso, eu digo-te ajuda-te a ti mesmo (a). Gosta de ti mesmo (a). Respeita-te a ti mesmo (a).
Só assim SERÁS FELIZ A SÉRIO.
A causa da maior parte do teu sofrimento não vem de fora, mas de dentro de ti mesmo: do teu pensar e do teu sentir.
Pede luz a Deus para teres boas ideias e um bom coração, bens sentimentos. Não desejes o mal a ninguém; faz o bem aos outros, ama-te a ti mesmo e toda a tua vida será luminosa, pacífica, serena.
Como Jesus e Maria de Nazaré, sê manso, humilde, bom, puro, pacífico, generoso, casto, paciente, caridoso, moderado. E SERÁS FELIZ e o teu sofrimento será muito menor.
Não te iludes, não te enganes. A culpa do teu sofrimento não é dos outros, o mal que te faz sofrer não vem de fora, mas de dentro de ti mesmo.
O mal não vem do demónio, nem dos espíritos, nem das almas do outro mundo, nem dos maus-olhados, nem dos males de inveja, nem das pragas que os outros te rogam. Não acredites nisso. Tudo isso é conversa mentirosa, engano, ilusão.
O mal que te faz sofrer, na maior parte das vezes, vem de dentro de ti mesmo: do teu pensamento e das tuas emoções: pensas mal e sentes mal. Pensas o que não deves e amas o que não deves…
A luta que tens de travar na tua vida não é contra os outros, mas contra o mal que há em ti mesmo: na tua cabeça e no teu coração.
Quando essas duas realidades estiverem livre de lixo, de porcaria, de veneno, de maldade, eu garanto-te que TU SERÁS MUITO FELIZ”.
in "operfumededeus"

PESSOAS BALÃO

Um balão pode ser uma boa metáfora para falarmos de alguns tipos de pessoas, em determinados momentos da sua vida, se parecem com os balões:

1. Alguns estão aparentemente cheios de vida, e preocupam-se em acumular bens e riquezas, apenas o ter, e o interior nada mais têm que ar. Por isso Jesus fala que um rico (não apenas de dinheiro, mas de egoísmo, de intolerância, preconceito…) terá dificuldade de entrar no reino dos céus, um dia, e feliz agora. Não se deve fazer demagogia contra o dinheiro, mas ao que muita gente perde por causa dele. “Quero ficar rico para que não falte nada à família”. Mas já falta… alguém que está ausente por causa do dinheiro… e um dia tem dinheiro, mas não tem família. Preocupemo-nos em investir mais no nosso interior, em aprender a reciclar emoções e pensamentos, a fortalecer o nosso espírito e a nossa mente.

2. Outros parece terem opinião própria, muito seguros, mas deixam-se levar pela mais suave brisa. Jesus diz no evangelho: “Porque me chamas bom? Bom só Deus”. Jesus não se preocupa com a aparência de bondade. Por causa de sermos aceites, de querer que gostem de nós, muitas vezes deixamos de fazer ou dizer aquilo que deveríamos e acreditamos, para que pensem bem de nós. E no fim, nem agradamos aos outros nem a nós. Por isso Jesus nos alerta para não nos preocuparmos em aparentarmos sermos bons para que pensem bem de nós. Não vivamos com essa angústia.

3. Por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a rebentar; vasta que alguém os provoque com alguma ofensa ou opinião contrária estouram. Quanto mais nos preocuparmos apenas com o exterior, quanto maior for o vazio interior, quantas menos resistências tivermos no nosso interior para gerir as nossas emoções e pensamentos, mais tensos andaremos, e mais facilmente explodiremos, e, tal como o balão, pouco sobra.
in "Partilhar"

lundi 9 novembre 2009

LIBERDADE RELIGIOSA RETROCEDE NO OCIDENTE

Parece claro que nas últimas décadas estamos a assistir a um retrocesso da liberdade religiosa no mundo. Como exemplo, estão as perseguições contra os cristãos, que às vezes são violentíssimas, com mortes e expulsões de territórios.
O século XX foi chamado século dos mártires. Por ocasião do grande jubileu do ano 2000, a Santa Sé reuniu num livro testemunhos de pessoas que padeceram a morte por causa da sua fé. Recolheu-se o testemunho de 12’692 pessoas dos cinco continentes.
Desde 2000, não parece que as perseguições diminuíram. Em outubro de 2008, a organização evangélica “Release International” advertiu que em 2009 haveria 300 milhões de cristãos que sofreriam perseguição no mundo por causa da sua fé. O observador da Santa Sé nas Nações Unidas, Dom Celestino Migliore, no último dia 21 de Outubro, falou em 200 milhões.
No entanto, existem outros atentados à liberdade religiosa, mais assolapados, ainda que não sejam violentos, e ocorrem na Europa Ocidental. Nesta região do mundo, está a ser difundida uma doutrina laicista radical que pretende desterrar a fé cristã – ou qualquer outra crença religiosa – da vida pública. Em nome do laicismo, tenta-se proíbir qualquer manifestação pública da fé. Expulsam-se os crucifixos de lugares públicos, proíbem-se celebrações religiosas nas ruas, ou o que é pior: censura-se a opinião dos bispos com o único argumento de que é um bispo.
Chegou-se a limites que parecem ridículos, como a denúncia na FIFA contra a seleção brasileira, em julho deste ano, porque, depois de ganhar o troféu, os jogadores fizeram uma oração de acção de graças a Deus. Ou a tentativa, na Catalunha, de trocar o nome das férias de Natal ou de Semana Santa por férias de Inverno ou de Primavera, neste ano académico.

EVANGELIZAÇÃO E COMUNHÃO EXIGEM COMUNICAÇÃO

A comunicação é decisiva para a evangelização e a comunhão na Igreja, assegura o Pe. Federico Lombardi S.J., diretor da Sala de Informação da Santa Sé.
O porta-voz analisou no editorial do último número de “Octava Dies”, jornal do Centro Televisivo Vaticano – do qual também é director –, o trabalho da assembleia plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, realizada no Vaticano de 26 a 29 de Outubro, para avançar na redação de um futuro documento sobre pastoral da comunicação.

O sacerdote revela que nesse encontro se repetiram “afirmações fortes e densascomo “a Igreja é comunicação”, ou “a comunhão é fruto da comunicação”.
Toda a reflexão e todo projeto deve começar não tanto pelo fascínio que produzem os novos meios de comunicação, mas pela própria natureza e missão da Igreja, que nasce do anúncio da Palavra de Deus e cresce como comunidade, chamada por sua vez a anunciar”, acrescenta o sacerdote.
De facto, reconhece, “a comunicação penetra em toda a vida da Igreja, a actividade de seus membros, sejam pastores ou fiéis”.
“E, se se quer que a mensagem chegue às pessoas do nosso tempo, em particular também aos jovens – aos ‘nativos digitais’ –, a comunicação da Igreja deve encarnar-se com valentia nas novas linguagens, deve saber ter em conta as novas técnicas e as novas atitudes psicológicas”.
Falando do desafio de “manter inalterado o conteúdo’ do Evangelho, mas de ‘fazê-lo compreensível com instrumentos e maneiras adequadas à mentalidade e as culturas de hoje”, o Papa lembrou no final do Conselho Pontífico que se “devem utilizar as novas tecnologias e as linguagens dos média na aldeia global e há que fazê-lo com toda a paixão e inteligência que surgem da convicção de ter uma Palavra preciosa que comunicar: uma Palavra tão inesgotável e bela que poderá inspirar sem fim toda nova expressão criativa e dar dignidade a toda nova linguagem”.
É importante que, nesta sociedade da comunicação, todos na Igreja sejam conscientes disso”, conclui.

IGREJA SENSIBILIZA PARA A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

O Santuário de Fátima volta a acolher mais uma edição, a 22ª, do Encontro Nacional da Pastoral da Saúde, uma iniciativa organizada pela Comissão Nacional da Pastoral da Saúde, agendada para o Centro Pastoral Paulo VI, entre os próximos dias 30 de Novembro e 3 de Dezembro. A temática da edição deste ano procurará reflectir e sensibilizar sobre “Transplante de órgãos, doação para a vida”.
Na mensagem aos participantes deste Encontro, D. Carlos Moreira Azevedo, presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, entende que a escolha deste tema representa o alargamento e a renovação “do olhar sobre problemas novos sempre a emergir”, nesta área da Saúde.
“É temática actualíssima conhecer as possibilidades científicas e a perspectiva cristã relativa aos caminhos abertos no domínio da doação e transplante de órgãos”, refere D. Carlos Azevedo que, no que respeita à perspectiva cristã, sublinha que “os cristãos não só não têm preconceitos religiosos condutores a rejeitar a doação, como, pelo contrário, encontram no gesto de doação um novo caminho de caridade, aberto pelas ciências médicas”.
Na nota de abertura publicada no programa impresso deste XXII Encontro, Mons. Feytor Pinto, coordenador nacional da Pastoral da Saúde, também destaca que “a doação de um órgão é sempre acto de amor”.
Há inúmeros doentes à espera de um órgão para receber um transplante que lhes restituía a saúde e a qualidade de vida que perderam. Todos podem intervir na colheita de sangue e na oferta de órgãos em vida ou depois da morte, participando na felicidade de muitas pessoas que, de outra forma, não iriam sobreviver”, refere.
Assente no objectivo geral “incentivar a doação de órgãos, mesmo em vida, como expressão máxima da caridade cristã” a Comissão Nacional da Pastoral da Saúde entende que a edição deste ano do Encontro Nacional tem como especiais destinatários os vários profissionais da área da Saúde, da Acção Social, da Formação e da Pastoral.


in Agência Ecclesia

OLHAR

Olhe para trás! Veja os obstáculos que já superou! Veja o quanto já aprendeu nesta vida e o quanto já cresceu.
Olhe para a frente! Não fique prostrado, levante-se quando tropeçar. Estabeleça alvos e metas, prossiga com firmeza.
Olhe para dentro (de si)! Sonde as suas motivações, conheça e purifique o seu coração. Não deixe o orgulho, a vaidade, a inveja, a mentira o(a) dominar.
Olhe para o lado! Socorra quem precisa de si. Ame o próximo e esteja sensível às suas necessidades.
Olhe para baixo! Não pise em ninguém, perceba os pequenos e aprenda com eles.
Olhe para cima! Há um DEUS maior que você, que o ama muito.

Olhe para DEUS e perceba a profundidade, riqueza e abrangência de um DEUS que o está olhando com os olhos e AMOR de um PAI.

FESTA DO ACOLHIMENTO

A nossa Missão está mais rica. É impossível viver "a fé que actua pelo amor" (Gal 5,6), fora de uma comunidade crente. Por isso, no fim de semana de 24 e 25 de Outubro, várias dezenas de crianças foram acolhidas pela primeira vez, como fazendo parte da grande família da Catequese das nossas comunidades de Notre Dame (Valentin) e Mon-Gré.
Deixai vir a mim os pequeninos e não os afasteis, porque o Reino de Deus pertence aos que são como eles” (Mc 10, 14).
No inicio desta caminhada de Fé, era fundamental para estas crianças sentirem-se acolhidas no meio da comunidade. Com efeito, o acolhimento é a expressão viva do amor.
Depois da homilia as crianças manifestaram o seu desejo de, pela Catequese, conhecer melhor Jesus, como o melhor amigo e assim desenvolver o dom da Fé que receberam no Baptismo. Para o efeito depositaram um pequeno coração de papel que traziam consigo no grande coração aberto de Jesus que se encontrava frente ao altar, fazendo, a seguir, juntamente com os pais e restante Comunidade, a profissão de Fé.

Que estas crianças, pelo acolhimento que receberam, se vão tornando, também elas, agentes de acolhimento.
José Martinho